segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Eu achava que trocar o rímel por gloss tinha sido a coisa mais retardada que eu fiz.





até chegar em casa um pouco embriagada (cof cof) e passar listerine nos olhos achando que era demaquilante.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

No final de uma reunião, estávamos eu, meu chefe e minha coleguinha conversando sobre amenidades. Daí que o papo chegou ao tema "blogs". E eu, né, bem caladinha. Eis que a coleguinha pergunta:

- Fernandinha, você tem blog?
- (engolindo seco) er... não.
- Poxa, se você tivesse ia te pedir pra me mostrar como funciona. Tô querendo criar um.
- Que pena. Mas olha, deve ser fácil criar um blog, vê no google!



nem todo mundo precisa conhecer meu lado ébrio, né.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Eu adoro quem pede uma Schweppes no bar. Não que eu ache a bebida super cool, mas eu adoro a sonoridade desse nome, e sempre acho engraçado ouvir as pessoas pedindo.

Daí que ontem fui jantar com uns amigos e uma amiga pediu a bebida. Retardada que sou, dei aquela risadinha. E o garçom, percebendo a graça da coisa, resolveu contar:

- já me pediram desde uma schleps até uma shrecks. Deve ser porque a lata é verde, né.




está definido: partir de agora, eu só bebo shrecks.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

O problema em ter sapatos parecidos é sair de casa apressada e no meio do caminho pro trabalho perceber que está com um pé de cada.


e assim começa a semana. Que animação... NOT.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Enquanto estava me arrumando pra ir embora do trabalho - organizando a papelada, desligando computador, etc - meu chefe passa pela minha mesa e avisa:

- Estou indo tomar um açaí.
- Eu vou aproveitar a "carona" e já vou também.
- Vai tomar o que?
- No cu.


mentira, nem falei isso. Isso foi o que eu pensei, quando lembrei que ainda tinha 4 horas de aula pela frente. O que eu respondi foi "nada, vou pra aula mesmo". Que sem graça.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

No meu trabalho não existe uma pessoa sequer que não me chame de Fernandinha, por causa da minha cara de criança. Meu chefe vai mais além, e se refere à minha pessoa como Nandinha.

Tudo bem, eu não tenho problemas com isso. Quer dizer, não tinha até ontem, quando recebi a ligação de um colega:

- Fernandinha, acabei de te salvar de um predador.
- Er... ahn?
- Um colega veio aqui e fez mil elogios a você...
- Opa!
- Disse que além de eficiente, você é linda, e que o departamento tem sorte de ter uma funcionária tão bonita quanto você.
- Uia! Dê nome aos bois! (com uma pitada de interesse, claro)
- Não se preocupe, já botei pra correr!
- ...


Vou repensar a sugestão da dermatologista de tirar minhas sardas, pra ver se eu fico com cara de mais velha. Porque né, detonar potenciais paqueras já é demais.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Eu queria saber por que to-dos os dermatologistas com quem eu me consulto insistem em querer tirar minhas sardas. Poxa, deixa eu ser feliz com minhas efélides*.



*aprendi ontem, hihi.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Dois coleguinhas de trabalho conversavam sobre o fato de hoje ser sexta-feira 13, e ainda do mês do cachorro louco, quando um deles solta:

- Hoje também é aniversário da minha sogra.




o dia promete.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Eis que ontem fui trabalhar usando um vestido um tanto esvoaçante.

Eis que quando atravessava a rua em frente ao prédio onde eu trabalho, uma rajada louca de vento fez meu vestido voar até mostrar partes que não deveriam ser mostradas fora do aconchego de quatro paredes.

E eis ainda que, atravessando a rua no sentido oposto (portanto, com uma visão privilegiada do espetáculo), estava o colega gatinho que estou paquerando.




seria até sensual, se eu não estivesse usando minha calcinha mais broxante.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Enquanto eu chorava minhas pitangas no telefone com minha mãe, ela fala:

- O importante é ter saúde.
- Mãe, nem isso! Eu tô toda ferrada!
- *silêncio contrangedor*... O importante é estar viva, respirando.


mãe é mãe, né.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Eu já contei aqui que no órgão onde eu trabalho a maioria de funcionários é homem. Mas assim, é a maioria mesmo, mulheres aqui são raras. Dos 70 funcionários que trabalham no meu departamento, por exemplo, acho que 10 são mulheres.

Além de predominantemente masculino, o povo aqui também é predominantemente velho. Sério, a maioria da galera já trabalha aqui há 30, 35 anos. Não é à toa que o povo me chama de Fernandinha e me olha como se eu fosse uma criança.


Com esse tanto de idoso gente mais velha, a morte acabou se tornando uma coisa normal aqui. É comum entrar no elevador e ter um bilhetinho na parede: Convidamos a todos para o velório do colega Fulano de Tal, no cemitério Xis, a partir das 15h. Macabro, but true.


Daí que hoje surgiu um bafafá da morte de um colega que trabalha aqui no andar. Perguntas pra lá, notícias pra cá, ouço o diálogo:

- Morreu um cara daqui do 6º andar.
- Quem?
- O Mário.
- Que Mário?


Tá, eu sei que é um momento triste e bla bla bla, mas eu super tive que conter minha risadinha infame.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Já diria um amigo: "com algumas doses de vodca e um 'eu duvido', o cerumano é capaz de qualquer coisa."


fato.