quinta-feira, 15 de maio de 2014

Eis que ontem eu fui almoçar com um tinder-man. Foi legal, já conversávamos pelo whataspp há algum tempo e o cara é bem gatinho gente boa.

Fomos comer sushi num restaurante que cobra pelas peças deixadas no prato. É a famosa taxa-desperdício.

Daí que né, falei que não pretendia comer muito, de fato eu não estava com muita fome. Mesmo assim, ele pediu muita, muita comida. A comida chegou e eu, assustada com a quantidade, brinquei que a gente devia ter levado mais alguém pro nosso ~encontro~. Eis que o rapaz fala:

- Relaxa, qualquer coisa a gente bota na sua bolsa!
- Hahahahaha! Imagina a cena!
- Eu já fiz isso uma vez.
- Ahn?!
- Coloquei os sushis no bolso e fui embora.





próximo.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Gente, e o Tinder? Minha  maior diversão nos últimos dias. Aquilo é coisa linda de Deus, gente: aproveitamento de 100%! Basta dar um like, contar até três e voilá, temos um match. Minha autoestima manda um beijinho no ombro.


Daí que né, aparece de tudo.  Ontem eu tarra lá conversando com um match bem gatinho chato pra caralho. Mas assim, chato daquele naipe que com 5 minutos de conversa você já quer bloquear o cidadão. Eis que ele tenta uma aproximação maior:

- Você tem whatsapp?
- Tenho sim, é um aplicativo muito legal, recomendo.




eu sempre quis usar essa piada.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Então que aqui a fila não anda, ela corre! Mas isso é assunto pra outro post. Eu quero é contar que voltei a ter aqueles meus sonhos bizarros maravilhosos e que provavelmente vão render muitos posts.

Gente, essa noite eu sonhei que eu saía andando pelas ruas de Brasília vestida de passista de escola de samba. E assim, era a coisa mais normal, eu parava numa banca de revistas pra comprar cigarro, andava pelas ruas interagindo com as pessoas - incluindo um colega de faculdade, o porteiro do prédio onde eu morei durante a minha infância e um cara cujo nome eu esqueci, daquele programa Pânico.

- Me vê um malboro light, por favor?




Inclusive, eu interagia muito com uma senhorinha mendiga, que tinha um cachorro que acordava as pessoas - tipo um cachorro-despertador mesmo, ela falava "cão, tá na hora de acordar a fulana!", daí o cachorro saía correndo até a casa da pessoa e acordava ela e tal.

Isso tudo assim, como se eu estivesse em trajes absolutamente normais.





mas gente, preciso dizer, minha maior preocupação o tempo todo era se minha bunda tava tremendo muito enquanto eu andava. porque né, minhas preocupações são sempre muito relevantes.