sexta-feira, 20 de março de 2015

Eu queria vir aqui contar uma história super legal sobre algo divertido que aconteceu comigo. Mas caramba, minha vida anda tão sem gracinha - não que eu esteja reclamando, tá tudo ótimo - que não rende um mero postzinho aqui pro blog.

Daí que eu venho aqui e conto dos meus sonhos - porque esses, meus amigos, jamais ficam sem graça. Jamais. Aí eu penso: porra, tô transformando o blog num blog de sonhos, que saco. Mas gente, não dá pra evitar.

Foi tipo o sonho dessa noite, em que eu ia no salão fazer as unhas e minha manicure era um moleque de uns 9 ou 10 anos. Tudo ia bem até a hora de escolher o esmalte. Eu queria passar um vermelhão e o moleque se recusava, porque ele era muito fã de quadrinhos e aquele dia ele havia acordado com vontade de ser o Lanterna Verde (ele até tava usando aquela camiseta do superherói) e ele só pintaria minha unha se fosse de verde. E gente, quem em sã consciência pinta a unha de verde-lanterna-verde? (Ou de amarelo? Taí a cor que eu mais acho escrota pra esmalte, amarelo).

A gente caía na porrada e a mãe do moleque - que também tava usando uma camiseta do Lanterna Verde - chegava e partia pra cima de mim.





felizmente eu acordei antes de levar o primeiro soco.

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