minha mãe conta que quando eu era criança, gostava de bater a cabeça na parede. Tonho-da-lua way of life. Vivia com um roxo no meio da testa.
Daí que um dia tive um insight e da parede mudei para a cama. Porque né, colchão macio, beijos.
mas acho que fiquei com seqüelas das minhas batidas na parede. Só pode ser eu. Impressionante como minha vida afetiva tende ao desastre. cof.
3 comentários:
Hahahahahahaha!
Taí uma coisa de criança de deixa marca. e traumas. Hahaha
Há relações que são apenas infantis cabeçadas na parede.
Outras deixam feridas sérias, mas temporárias.
Mas há as insuperáveis, que são verdadeiras sessões de autoflagelação.
Tem gente que gosta mesmo de se machucar. Eu prefiro carinho [no corpo e na alma].
o que mais dizer sobre relacionamentos fadados ao desastre é
“Bem-vinda ao clube
É tudo e é agora!
Toda a intensidade
Que sempre quis!”
– Dead Fish, “Bem-Vindo ao Clube”, do álbum Zero e Um, de 2004
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